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Ex-alunos e militares nas dependências do colégio

Instituição contempla pessoas com nível superior

Além da formação dos jovens e adolescentes, a organização da unidade contempla, também, pessoas com nível superior, por meio da Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx). A instituição completou 28 anos de criação.
O coronel Carlos Hassler conta que a EsFCEx surgiu da necessidade que o Exército tinha de contar com público interno de profissionais de áreas que a entidade não forma em suas escolas.
“Esse público contempla administradores, advogados, contadores, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, veterinários e comunicadores sociais, por exemplo. Trata-se de uma gama enorme de profissionais que são extremamente necessários para uma instituição do tamanho do Exército brasileiro”, explicou.
O meio de ingresso na EsFCEx se dá por concurso. Após a entrada, o candidato passa por um curso de 37 semanas para se adaptar aos regimentos do ambiente militar. A prova é anual e, assim como a do CMS, também é bastante concorrida. Ela é uma maneira de brasileiros de até 36 anos, de ambos os sexos, poderem ingressar na carreira militar.
“Pela sua formação, o profissional já chega pronto. A partir daí, abordamos as vertentes durante o curso”, diz o coronel. Segundo ele, a principal é a técnica, na qual são tratadas as peculiaridades da profissão da pessoa, dentro das perspectivas das forças armadas.
“Por exemplo, alguém entra como advogado, mas não está, necessariamente, ambientado com o código processual militar. Então, nós damos uma contextualizada no conhecimento desse indivíduo e, ao mesmo tempo, transformamos ele em um militar. Isso porque quando essa pessoa chega, ela ainda é um civil”, esclarece Carlos Hassler.
ITANA SILVA

Publicado por: Antonio Claudio / 890 / 1977 - Fonte: Jornal A Tarde edição 15/04/2017 pág 04 - Data: 15/04/2017
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